Jorge Salgueiro - Ensaio sobre a Cegueira - Requiem

preciso deste compositor no meu filme... que maravilha...

Há mais Luisinhas por aí...

Recebi hoje esta notícia da Visão através da minha amiga Tania Muñoz, a quem publicamente agradeço.

"Os corpos foram encontrados em Villers-au-Tertre, sul de Lille, alguns dentro de casa e outros no jardim de uma outra residência. A mulher foi acusada de homicídio de menores e o homem responde por ocultação de crime e de cadáveres.

Segundo a France Press, o casal, na casa dos 40 anos, é descrito como sendo "atraente" e "educado", nas palavras de um vizinho.

Dominique Cottrez, enfermeira de 45 anos, acusada da morte de 8 recém-nascidos e o marido Pierre-Marie

Um outro vizinho afirma que o casal tem duas filhas adultas e que já tem netos.

A investigação da polícia às duas casas começou quando os novos proprietários de uma delas, que tinha pertencido à mãe da suspeita, encontraram ossos no jardim."

Mais um artigo sobre este caso pode ser encontrado aqui:

http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1298437/France-dead-babies-Couple-arrested-bodies-EIGHT-babies-found.html

Se a Luísa o fazia por dinheiro, qual seria o motivo deste casal? Esperamos novos desenvolvimentos, e no meio desta tragédia, talvez eu fique mais esclarecida quanto ao potencial perfil psicológico que um serial killer/infanticida pode ter. Ainda assim, uma grande questão continua a martelar na minha cabeça quando penso nestes crimes e na Luísa: como é que é possível?

Moralidades à parte, o processo da criação do guião vai de vento em popa. Em breve, haverá novidades. E já agora se desejarem, façam esta sondagem do lado direito para me ajudar a definir um perfil psicológico da Luísa de Jesus: não custa nada e sempre fico a saber o que pensam as pessoas sobre este caso. Manifestem a vossa opinião, dêem sugestões, a Luísa é de todos nós!

Sondagem

Sobre a Luísa de Jesus e o seu percurso de vida pouco ou nada se sabe, por isso queria abrir a hipótese de construir um perfil psicológico a todos os que se possam interessar por esta mulher.
Quem era a Luísa e porque é que matava?
Como era ela capaz de tal acto e o que a levou a cometer esses crimes?
O que sentia ela quando matava?
Para me ajudar a responder/encontrar soluções, respondam a esta sondagem aqui ao lado, por favor.
E já agora deixem comentários e sugestões.
A gerência agradece!

1 de Julho de 2010


Para quem queria morrer sob a protecção da Santa Igreja, era dada a hipótese de morrer garroteado antes de ser queimado em praça pública. Foi o caso de Luísa. O garrote consiste num instrumento de tortura que prende o pescoço da vítima e que o vai apertando cada vez mais até asfixiar e partir os ossos causando a morte.
Luísa preferiu o garrote à ser queimada viva... Preferiu morrer católica...
A cada dia que passa sinto-me mais intrigada...

19 de Maio de 2010

Seria...?

18 de Maio de 2010


"As dores do pano molhado guinam o corpo da criança, que quase parece quebrar contra o chão empedrado. Mas nem uma palavra sai da sua boca. A menina repara que uma gata prenhe que se aquecia ao sol, se levanta, pesada, e caminha até a um arbusto do jardim. Antes de desaparecer, o felino olha para a violenta cena com um ar indiferente e esconde-se no verde."

16 de Maio de 2010


Agora que criei este espaço onde vou tomando notas, aqui fica alguma informação sobre a Roda dos Expostos, segundo a Wikipédia: "A roda dos expostos consistia num mecanismo utilizado para abandonar os recém-nascidos que ficavam ao cuidado de instituições de caridade. O mecanismo, em forma de tambor, giratório, embutido numa parede, era construído de tal forma que aquele que expunha a criança, não era visto por aquele que a recebia."